Rio Doce


Antes que o tempo finde, podemos e devemos fazer algo por nosso amado Rio Doce. Nesse sentido iniciamos esse Blog e uma página no facebook com o objetivo claro e definido de unir os que o rio viu crecer e de sensibilizar os que se incomodam por essa tragédia ambiental, fazendo com que esses canais sirvam de referência em pesquisas, artigos, resgate histórico, vídeos, fotos e ações que permitam reverter essa triste situação. Foto - Capa Fanpage Nossa Colatina

Abraços fraternos
Robson Côgo

terça-feira, 18 de agosto de 2015

XII Encontro da Rede de Gestores de Unidades de Conservação do Corredor Central da Mata Atlântica

Já está acontecendo o XII Encontro da Rede de Gestores de Unidades de Conservação do Corredor Central da Mata Atlântica, um importante evento para tratar sobre os desafios de conciliar conservação e desenvolvimento na região da foz do Rio Doce. O encontro teve início ontem dia 17/08 e encerra dia 21/08/15, acontece na Reserva Natural da Vale, em Linhares - ES, e tem como tema: "As UC como espaço educador". Contará com uma capacitação de cerca de 12h. (com certificado), com o grupo de pesquisa em educação ambiental do Prof. Marcos Sorrentino. 
São informações da Secretária Executiva da Rede de Gestores do Corredor Central da Mata Atlântica - RGCCMA
Cel: 73 9985-1921 vivo
Casa: 73 3575-3255
skp: mariaotavia
Solicitamos aos amigos o apoio para que possam fazer com que essas informações cheguem às redes sociais e orgãos de imprensa .
Lembrando que no dia 14/08/15  publicamos um rico material do IPEMA aqui nesse blog com o título.


Recuperação ambiental na Fazenda Bulcão e Reserva Ecológica de Itapina

O Instituto Terra é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1998. Está localizado na Fazenda Bulcão, cuja área total é de 709,84 hectares, dos quais 608,69 constituem a Reserva Particular do Patrimônio Natural. Quem somos Sua área de atuação prioritária é o Vale do Rio Doce, um dos vales mais devastados da Mata Atlântica no Brasil.
* Projetos de restauração ecossistêmica que totalizam mais de 5.500 hectares em processo de recuperação Equivalente a quase 13 mil campos de futebol. O Instituto Terra em números * Mais de 3,5 milhões de mudas produzidas É quase uma árvore para cada habitante de Brasília ou Belo Horizonte. * Mais de 700 projetos educacionais para um público superior a 65 mil pessoas, de mais de 170 municípios. É mais do que o dobro da população de Aimorés/MG. * Mais de 100 mil visitantes.
Visite o Link veja as fotos de trabalho maravilhoso.

http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/conhecimento/seminario/s_mata_atlantica_nov2013_Instituto_Terra.pdf

Recuperação ambiental da RPPN Fazenda Bulcão – 608,69 hectares 

Recuperação ambiental da Reserva Ecológica de Itapina – 105 hectares  



Fotos; www.terracapixaba.com e outras na internet.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Nossos agradecimentos ao Sr. Maurício Prates pela gentileza em publicar uma nota sobre a Petição em sua prestigiada coluna no Jornal "A Tribuna".

Nossos agradecimentos ao Sr. Maurício Prates pela gentileza em publicar uma nota em sua prestigiada coluna no Jornal "A Tribuna" no dia 10 de agosto de 2015. A nota é sobre a Petição para que seja criado um Parque Estadual no vale do Rio Doce no Espírito Santo e é de iniciativa do Blog http://salveoriodoce.blogspot.com.br/ . Atitudes como essa nos fortalecem e faz-nos crer que estamos num caminho certo. Venha também assinar e se envolver com essa bela causa. 

Conheça também nossa Fanpage https://www.facebook.com/salveoriodoce

O endereço da Petição é 
https://secure.avaaz.org/po/petition/Governador_do_Estado_do_Espirito_Santo_Criar_o_Parque_Estadual_do_Rio_Doce_no_Espirito_Santo/?nsPUKeb%EF%BB%BF


Edson Valpassos hoje nos oferece esse presente, o livro "Biodiversidade Brasileira", produzido pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente.


BIODIVERSIDADE BRASILEIRA
Acesse o link
http://www.biodiversidade.rs.gov.br/arquivos/BiodiversidadeBrasileira_MMA.pdf
Os estudos contido nesse livro é uma referência para estudiosos, ambientalistas, autoridades, pois trata da identificação e avaliação de áreas e ações prioritárias para conservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade nos biomas brasileiros.
“ o Ministério do Meio Ambiente disponibiliza este livro, elaborado a partir de relatórios existentes e de outros resultantes da realização de workshops de avaliação dos biomas brasileiros e que tem por objetivo sintetizar e consolidar os resultados obtidos, de forma a poder divulgá-los amplamente para tomadores de decisão, proponentes e executores de projetos, instituições de ensino, de pesquisa e de extensão, entre outros. Este documento é uma prova do esforço brasileiro em conhecer sua realidade e que deverá nortear, daqui para frente, a política do Ministério do Meio Ambiente para a conservação e o manejo sustentável de nossa biodiversidade. José Carlos Carvalho Ministro do Meio Ambiente”

Cadastro Nacional de Unidades de Conservação
http://www.mma.gov.br/areas-protegidas/cadastro-nacional-de-ucs

Unidades no Espírito Santo - Consulte no link - A legenda ficou prejudicada
http://www.rcambiental.com.br/adm_upload/atos/00008765/image001gif.gif






domingo, 16 de agosto de 2015

O Instituto Terra - Conheça essa louvável inicativa

O sonho de plantar uma floresta deu origem ao Instituto Terra
Foto: Ricardo Beliel
Foto: Ricardo BelielO Instituto Terra é fruto da iniciativa do casal, Lélia Deluiz Wanick Salgado e Sebastião Salgado, que há pouco mais de uma década, diante de um cenário de degradação ambiental em que se encontrava a antiga fazenda de gado adquirida da família de Sebastião Salgado, na cidade mineira de Aimorés, tomou uma decisão: devolver à natureza o que décadas de degradação ambiental destruiu.
Mobilizaram parceiros, captaram recursos e fundaram, em abril de 1998, a organização ambiental dedicada ao desenvolvimento sustentável do Vale do Rio Doce.
Em pouco mais de uma década, o sonho do casal já rendeu muitos frutos. Por conta da atuação do Instituto Terra, mais de 7.000 hectares de áreas degradadas estão em processo de recuperação na região e mais de 4 milhões de mudas de espécies de Mata Atlântica já foram produzidas em seu viveiro para abastecer tanto os plantios na RPPN Fazenda Bulcão quanto os projetos de restauração que desenvolve na região.
A antiga fazenda de gado, antes completamente degradada, hoje abriga uma floresta rica em diversidade de espécies da flora de Mata Atlântica. A experiência comprova que junto a recuperação do verde, nascentes voltam a jorrar e espécies da fauna brasileira, em risco de extinção, voltam a ter um refúgio seguro.
......
Sobre nós
Foto: Weverson Rocio
Foto: Weverson Rocio
O Instituto Terra é uma organização civil sem fins lucrativos fundada em abril de 1998, que atua na região do Vale do Rio Doce, entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.Trata-se de uma região do Brasil que vivencia as consequências do desmatamento e do uso desordenado dos recursos naturais como a seca, a erosão do solo e a falta de condições para o homem do campo viver e prosperar.
Atualmente o Instituto Terra conta com 22 associados, sendo 2 associados fundadores vitalícios, 8 associados fundadores e 12 associados efetivos.
Suas principais ações envolvem a restauração ecossistêmica, produção de mudas de Mata Atlântica, extensão ambiental, educação ambiental e pesquisa científica aplicada.
O Instituto Terra administra a Fazenda Bulcão, que constituída por uma área total de 709,84 hectares, sendo 608,69 hectares reconhecidos como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) desde a sua fundação – trata-se da primeira RPPN constituída em uma área degradada de Mata Atlântica. Em Minas Gerais, desde de 2004, existe a figura da Reserva Particular de Recomposição Ambiental, destinada a áreas degradadas e inspirada na Fazenda Bulcão.
Com o reflorestamento da RPPN Fazenda Bulcão, cujo primeiro plantio foi realizado em dezembro de 1999, o Instituto Terra está perto de concluir um projeto de recuperação de Mata Atlântica sem precedentes no Brasil em termos de área contínua.



























































Fonte; http://www.institutoterra.org/pt_br/#.VdCoctJVikp


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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A Justiça Federal condena consórcio da Usina de Aimorés. O processo do MPF apontou a existência de inúmeros vícios e irregularidades no processo de licenciamento ambiental da hidrelétrica.


A Justiça Federal de 1ª Instância condenou a empresa Aliança Geração de Energia S.A., gestora da Usina Hidrelétrica de Aimorés, no Leste de Minas. O processo do Ministério Público Federal (MPF) apontou a existência de inúmeros vícios e irregularidades no processo de licenciamento ambiental da hidrelétrica, que padecia, fundamentalmente, de correta análise quanto aos seus impactos sobre as comunidades atingidas e sobre o meio ambiente. A ação civil pública ajuizada pelo MPF já tramitava havia mais de 13 anos.

Construída no trecho médio do rio Doce, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, a usina é operada por um consórcio formado em 2001 pela mineradora Vale, que detém 51% das ações, e pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), com os restantes 49%. A partir de março deste ano, as duas companhias deixaram de ser responsáveis pela gestão da usina de Aimorés. Mesmo assim, a Justiça Federal condenou as duas empresas.De acordo com a ação do MPF de número 10196-61.2006.4.01.3813, iniciada no dia 18 de dezembro de 2001, o reservatório na época inundou áreas dos municípios mineiros de Aimorés, Itueta e Resplendor, atingindo indiretamente também o município de Baixo Guandu, no Espírito Santo. Na área urbana de Resplendor, foram desapropriados 247 domicílios, atingindo 830 pessoas neles residentes. A cidade de Itueta, com 949 habitantes e 265 casas, foi totalmente realocada.

       USINA

Em sua última manifestação no processo antes da sentença, o MPF postulou que os pedidos remanescentes fossem julgados procedentes, inclusive para abranger as graves consequências sofridas por comunidades que sequer foram contempladas no Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento e danos que foram indevidamente mitigados, quando, na prática, revelaram-se muito mais graves. Segundo o processo da MPF, “as comunidades de pescadores também tiveram seu modo de vida afetado, pois o número e as espécies de peixes diminuíram consideravelmente, sem contar os prejuízos causados à fauna silvestre, assim como a proliferação de vetores transmissores de doenças e a supressão de terras, entre inúmeros outros danos socioambientais”. O juízo da 1ª Vara Federal de Valadares, no entanto, rejeitou boa parte das questões levantadas pelo MPF, as quais expressavam a necessidade de obrigar o consórcio a cumprir todas as condicionantes previstas no Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima).Ainda segundo a ação da MPF, o Consórcio da Usina Hidrelétrica de Aimorés, a Vale e a Cemig foram condenados a reparar o dano ambiental causado no Trecho de Vazão Reduzida, mediante a apresentação de estudos e projetos, no prazo de 120 dias, elaborados por universidade de renome.

Conheça esse rico trabalho organizado pelo IPEMA - Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica sobre a criação de uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável na Foz do Rio Doce, o estudo foi apresentado em 2009.

Conheça na íntegra esse trabalho, visite o endereço
Este documento tem como objetivo principal consolidar as informações fornecidas pelos estudos bióticos realizados na área do Delta do Rio Doce, uma das áreas estudadas pelo “Projeto de Apoio à Criação de Unidades de Conservação no Estado do Espírito Santo: um processo participativo integrando as comunidades locais”, com a finalidade de contribuir para a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica no Espírito Santo, analisando a viabilidade da criação de Unidades de Conservação (UC’s) de forma participativa e integrada com comunidades locais.
...A exposição e o compartilhamento de informações sobre o Delta do Rio Doce ocorreu no dia 4 de agosto de 2009, com a realização do Workshop sobre a Proposta de Criação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável da Foz do Rio Doce, com início às 13:00 horas e término às 18:30 horas, na Sede do Vitória do Futuro, no município de Vitória, Estado do Espírito Santo, contando com a participação de vários especialistas envolvidos com a conservação da biodiversidade de diferentes grupos animais e vegetais. As informações contidas nestes estudos visaram o fornecimento de dados para consolidação da proposta de criação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável da Foz do Rio Doce, uma região que envolve territórios pertencentes à Regência e Povoação, bem como outras localidades próximas pertencentes ao município de Linhares, contando com 9617,30 ha de extensão terrestre e 36937,11 ha de extensão marinha, delimitados pela área de influência da Reserva Biológica de Comboios.
... O processo para a criação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável da Foz do Rio Doce foi aberto junto ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) no ano de 2007 e faz parte de um quadro com 150 a 200 pedidos de propostas de criação de UC’s. Entretanto, cerca de 20 a 25 destas propostas vem recebendo prioridade máxima por parte do ICMBio, incluindo a proposta de criação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável da Foz do Rio Doce..
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